quinta-feira, 28 de maio de 2015

UMA MULHER SEM PASSADO


Uma Mulher sem Passado







Lizette Henry acorda uma manhã e faz uma terrível descoberta: Ela não reconhece o rosto que vê no espelho. Ela se lembra de como ela é, mas seu reflexo é de outra pessoa.

Para adicionar ao choque, dois anos parecem ter desaparecido de sua vida.
Alguém quer grandes distâncias e inexplicáveis para manter esses anos que faltam escondidos para sempre. Mas o passado sempre encontra uma maneira de voltar.
Memórias estranhas logo começam a surgir e, junto com elas, algumas habilidades incomuns e talentos que Lizette não tem a menor ideia como adquiriu.
Sentindo que ela está sendo monitorada, Lizettede repente sabe como procurar por bugs em sua casa e dispositivos de rastreamento em seu carro.
Além do mais, ela pode iludir a vigilância, como um agente treinado.
Introduza um estranho misterioso e sedutor chamado Xavier, que afirma que quer ajudar, mas que desencadeia imagens perturbadoras de um crime abominável que Lizette pode ou não ser autora do crime.
Com memórias voltando, ela de repente se torna um alvo de assassinos anônimos. Em fuga, sem lugar para se esconder,Lizette não tem escolha a não ser confiar em Xavier, um homem forte e magnético que ela não confia, com uma poderosa atração que ela não pode resistir.
Conforme águas escuras ficam claras, Lizette enfrenta uma conspiração que é traiçoeira e de longo alcance e uma verdade que, uma vez revelada, pode silenciar a ela e Xavier, de uma vez por todas

CapítuloUm

Era uma manhã normal. Lizette Henry–que fora uma vez Zette – oJato- para sua família e amigos de infância, rolou para fora da cama no seu horário habitual de cinco e cinquenta e nove, um minuto antes de seu alarme estavaprogramado para tocar. Na cozinha, o temporizador automático na cafeteira teria acabado de começar o processo de fermentação. Bocejando, Lizette entrou em seu banheiro, ligou a água no chuveiro, em seguida, enquanto a água estava aquecendo fez um xixi desesperadamente necessário. Até o momento que terminou, a água do chuveiro estava exatamente no ponto certo.
Gostava de começar suas manhãs com uma boa ducha relaxante. Ela não cantava, ela não planejava o seu dia, ela não se preocupava com a política ou a economia ou qualquer outra coisa. Enquanto estava no chuveiro, ela simplesmente se refrescava ou mais apropriadamente, aquecia-se.
Nesta manhã em particular de julho de sua rotina era tão afiada e afinada que não precisava olhar para um relógio para saber que horas eram, em qualquer ponto, ela tomava banho quase exatamente o tempo que levaria para cafeteira para concluir o processo de fabricação de café, em seguida, enrolou uma toalha em torno de seu cabelo molhado e se secoucom uma segundo toalha.
Através da porta aberta do banheiro, o maravilhoso aroma do café chamava por ela. O espelho do banheiro estava embaçado devido ao vapor, mas isso ficaria limpo no momento em que ela fosse buscar seu primeiro copo da manhã.
Envolvendo-se no felpudo roupão de comprimento até o joelho, ela caminhou descalça até a cozinha e pegou uma das canecas de gabinete. Ela gostava de seu café doce e leve, por isso ela acrescentou açúcar e leite em primeiro lugar, em seguida, serviu o café quente na mistura. Era como ter primeira alguma sobremesa na parte da manhã, que em sua agendaera uma boa maneira de começar qualquer dia.
Ela levou o café com ela para o banheiro, para beber, enquanto secava o cabelo e colocavauma pequena quantidade de maquiagem que ela usava para trabalhar.
Baixando o copo sobre a penteadeira, ela desenrolou a toalha da cabeça e se inclinou para frente a partir da cintura, esfregando vigorosamente seu cabelo castanho escuro – comprido ate o ombro. Em seguida, ela se endireitou, jogando o cabelo para trás, e se virou para o espelho e olhou para o rosto de uma estranha.
A toalha úmida deslizou de seus dedos subitamente inertes, empilhando no chão aos seus pés.
Quem era essa mulher?
Não era ela. Lizette sabia como era, e este não era o seu reflexo. Ela descontroladamente girou, olhando para mulher refletida no espelho, pronto para o mergulho, pronto para ser executada, pronto para lutar por sua vida, mas ninguém estava lá. Ela estava sozinha no banheiro, sozinha em casa, sozinha, sozinha.
A palavra sussurrou em sua mente, um fantasma de um som, mal registrado. Voltando-se para o espelho, ela lutou em meio da confusão e do terror, estudando esta nova pessoa como se ela fosse um adversário em vez de...Em vez de quê? Ou, quem?
Isso não fazia sentido. Sua respiração veio em goles rápidos e superficiais, o som distante e em pânico. O que diabo estava acontecendo? Ela não tinha amnésia. Ela sabia quem ela era, onde estava; se lembrou de sua infância, de sua amiga Diana e seus outros colegas de trabalho, da roupa estava em seu armário e que ela tinha planejado para vestir hoje. Ela se lembrou do quetinha jantado na noite anterior. Ela se lembrava de tudo, pareceu-exceto que a face.
Esta não era a dela.
Suas próprias feições, o que ela viu em sua mente, eram mais brandas, mais redondas, talvez até mais bonito, embora o rosto que ela estava olhando era atraente, se mais angular. Os olhos eram os mesmos: azul, a mesma distância, talvez um pouco mais-definidos.
Como isso era possível? Como poderiam os olhos se tornar mais definidos?
O que mais era o mesmo? Ela inclinou-se para o espelho, olhando para o sinal fraco no lado esquerdo do queixo. Sim, lá estava ele, onde ele tinha estado sempre, mais escuro quando ela era mais jovem, quase invisível agora, mas ainda está lá. Tudo o resto estava..

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